Plantas Exóticas App

Do campo à nuvem: registre ocorrências de plantas invasoras com GPS, IA e classificação científica.

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O app

Simples no campo, poderoso na análise.

Lista de ocorrências
Ocorrências
Lista de ocorrências
Mapa
Mapa
Mapa de ocorrências
Identificação com IA
Identificação com IA
Identificação com IA
Detalhe de ocorrência
Detalhe
Detalhe da ocorrência

Por que isso importa

Plantas exóticas invasoras são uma das principais ameaças à biodiversidade nativa do Brasil.

Monitorá-las exige dados confiáveis, georreferenciados e atualizados — coletados por quem está no campo. O Plantas Exóticas foi criado para que pesquisadores, estudantes e gestores possam registrar ocorrências com precisão e organização, direto do celular.

Como funciona

Do campo à nuvem, em três passos.

1

Encontre

Localize uma ocorrência no campo. O app registra automaticamente as coordenadas GPS.

2

Identifique a espécie

Identifique a espécie com IA a partir de uma foto, ou insira o nome manualmente.

3

Classifique e salve

Aplique a classificação Durigan (2a–6b) e salve. Os dados sincronizam na nuvem automaticamente.

Para quem é

Feito para quem estuda, pesquisa e gerencia o meio ambiente.

🎓

Estudantes

Aprenda a identificar e classificar espécies exóticas invasoras diretamente no campo, com apoio de inteligência artificial.

🔬

Pesquisadores

Colete dados georreferenciados e estruturados. Exporte para Excel e integre às suas análises com facilidade.

🌿

Gestores ambientais

Mapeie ocorrências em áreas de gestão e acompanhe a evolução da invasão ao longo do tempo.

Classificação Durigan

Metodologia científica integrada ao app.

O app utiliza a classificação de Durigan et al. (2013) para categorizar o grau de invasividade de cada espécie — a mesma metodologia adotada em pesquisas e políticas ambientais no Brasil.

2a Nativa não agressiva

Não forma populações puras ao ponto de inibir a regeneração de outras espécies de plantas nativas.

Manejo sugerido

  • Não requer manejo
2b Nativa dominante

Forma populações puras ou domina a comunidade ao ponto de inibir a regeneração de outras espécies nativas, especialmente em locais degradados.

Manejo sugerido

  • Controle de superpopulação no interior de áreas legalmente protegidas (baixa prioridade)
  • Controle populacional em áreas sob restauração ecológica (baixa prioridade)
3a Exótica ocasional

Ocorre apenas temporariamente, não deixando descendentes persistentes sem ajuda humana para a introdução de diásporos.

Manejo sugerido

  • Erradicação de áreas legalmente protegidas (baixa prioridade)
5a Ruderal não dominante

Não forma populações puras, não inibindo a regeneração de espécies de plantas nativas.

Manejo sugerido

  • Erradicação de áreas legalmente protegidas (baixa prioridade)
5b Ruderal dominante

Forma populações puras ou domina a comunidade, inibindo a regeneração de espécies nativas.

Manejo sugerido

  • Erradicação de áreas legalmente protegidas (prioridade intermediária)
  • Erradicação de áreas sob restauração ecológica (alta prioridade)
  • Desencorajamento do cultivo nas Zonas de Amortecimento de Áreas Protegidas (prioridade intermediária)
6a Invasor não dominante

Não se espalha nem altera a composição ou estrutura da comunidade de plantas nativas.

Manejo sugerido

  • Erradicação de Áreas Protegidas (prioridade intermediária)
  • Desincentivo ao cultivo na Zona de Amortecimento de Áreas Protegidas (baixa prioridade)
  • Prevenção de invasão (baixa prioridade)
6b Invasor dominante

Se espalha e altera a composição ou estrutura da comunidade de plantas nativas, suprimindo a regeneração de espécies nativas.

Manejo sugerido

Irrelevante para a economia regional

  • Erradicação de toda a região biogeográfica (alta prioridade)
  • Proibição de cultivo em toda a região (alta prioridade)

Relevante para a economia regional

  • Erradicação de áreas legalmente protegidas (alta prioridade)
  • Erradicação de outros ecossistemas naturais (alta prioridade)
  • Erradicação de áreas sob restauração ecológica (alta prioridade)
  • Prevenção de invasão (alta prioridade)
  • Desincentivo ao cultivo (alta prioridade)
  • Cultivo permitido sob regras restritas — controle permanente de invasão por aqueles que cultivam a espécie (alta prioridade)

Durigan et al. (2013) — Control of Invasive Plants: Ecological and Socioeconomic Criteria for the Decision Making Process →

Desenvolvido pelo LEAp

O Laboratório de Ecologia Aplicada (LEAp) é um grupo de pesquisa da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) dedicado ao estudo e manejo de espécies exóticas invasoras e à conservação da biodiversidade.

Conheça o LEAp → UFRRJ e LEAp